por Eng. Celso de Arruda - Jornalista - Filosofo - Músico - Sociólogo - MBA
A Queda dos Guardiões - (Uma balada épica e dramática sobre o fim dos Templários)
[Letra: Celso Arruda]
[Verso 1]
Sob o céu escurecido pela traição,
Marcham os guardiões, sua última missão.
Nas sombras do poder, conspira a coroa,
A espada da injustiça silenciosa ecoa.
Por riquezas e ouro, juramentos se quebraram,
Alianças sagradas em cinzas se tornaram.
E o templo sagrado, outrora glorioso,
Foi entregue ao silêncio frio e nebuloso.
[Refrão]
Oh, templários, leais até o fim,
Na chama eterna, seu legado é assim.
Heróis caídos, sob o peso da traição,
Guardam mistérios na escuridão.
[Verso 2]
Torturados pela mentira, calados pela dor,
Confissões forjadas sob o fogo do temor.
Jacques de Molay, perante o destino,
Ergueu sua voz contra o desatino.
"Que a verdade renasça quando o tempo vier,
Pois a honra é imortal, nunca há de morrer."
E nas cinzas de seus corpos, ergueu-se a lição:
O poder corrompe, mas não cala a razão.
[Refrão]
Oh, templários, leais até o fim,
Na chama eterna, seu legado é assim.
Heróis caídos, sob o peso da traição,
Guardam mistérios na escuridão.
[Ponte]
As cruzadas terminaram, mas a luta continua,
Na memória dos justos, sua luz é nua.
Cavaleiros da fé, perseguidos em vão,
Sua glória vive na canção.
[Refrão]
Oh, templários, leais até o fim,
Na chama eterna, seu legado é assim.
Heróis caídos, sob o peso da traição,
Guardam mistérios na escuridão.
[Outro]
E quando a noite cair sobre o mundo de novo,
Lembraremos dos guardiões e de seu fogo.
Na justiça e na honra, eles renascerão,
Cavaleiros eternos, na nossa canção.

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